Memória
A história de Ferdinandus van den Driessche, Coleta de Smet e seus descendentes em Santa Catarina
Esta história reúne certidões europeias, escritos familiares, versões de pôsteres, pesquisas históricas e o jornal produzido para a família. Em vez de repetir informações que apareciam em vários documentos, o material foi reorganizado em uma narrativa contínua. Quando uma informação provém diretamente de uma certidão, ela é apresentada de modo afirmativo; quando resulta de memória familiar, interpretação ou pesquisa ainda incompleta, isso é indicado no próprio texto.
As cópias das certidões de nascimento e casamento foram apresentadas à família em agosto de 2025. Sua localização deve-se ao pesquisador Antônio Carlos Glück. A leitura dos manuscritos em neerlandês, escritos na variante histórica usada na região flamenga, exigiu transcrição e tradução, realizadas com a colaboração de Monique Vandresen e apoio de ferramenta de inteligência artificial. Esses documentos esclareceram lugares de origem e mostraram por que os antepassados foram lembrados ora como holandeses, ora como belgas.
1. Uma família nascida enquanto as fronteiras mudavam
Ferdinandus van den Driessche nasceu em 8 de outubro de 1820, às seis horas da tarde, em Maldegem, na Flandres Oriental. No dia seguinte, seu pai, Ambrosius van den Driessche, apresentou o menino ao oficial do estado civil. A certidão identifica sua mãe como Joanna Maria Verbeke, os avós paternos como Joannes Francis e Marie Dossche e os maternos como Boudewyn e Joanna van Daele.
Naquele momento, a Bélgica ainda não existia como país independente. Depois da derrota de Napoleão, o Congresso de Viena havia reunido, sob o rei Guilherme I, as províncias do norte, os antigos Países Baixos Austríacos e Luxemburgo. Esse Reino Unido dos Países Baixos durou de 1815 a 1830. Por isso, Ferdinand nasceu em uma localidade hoje belga, mas então pertencente ao reino que, nas línguas latinas, era frequentemente chamado de Holanda.
A união política desfez-se após a Revolução Belga de 1830. Diferenças religiosas, culturais, linguísticas e econômicas contribuíram para a separação, reconhecida internacionalmente ao fim da década. Foi já na nova Bélgica que nasceu Coleta de Smet, em Assenede, também na Flandres Oriental, em 6 de março de 1832, às onze horas da noite. A certidão, lavrada no dia seguinte, registra seus pais, Pieter Joannes de Smet e Sophia van de Vijvere. Seus avós não são mencionados. O cabeçalho bilíngue, em neerlandês e francês, expressa a organização administrativa da jovem nação.
Holanda, Países Baixos, Bélgica e Flandres
A longa história da região ajuda a compreender a aparente confusão de nacionalidades. Os territórios que hoje formam Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo estiveram ligados desde o período romano e franco, passaram por condados e ducados medievais, pela Casa de Borgonha e pelos Habsburgos e foram divididos pelas guerras religiosas e políticas da Idade Moderna. No norte formou-se a República das Províncias Unidas; o sul permaneceu por mais tempo sob outras coroas e daria origem à Bélgica.
Holanda, rigorosamente, é o nome de uma região histórica hoje dividida nas províncias da Holanda do Norte e Holanda do Sul. Como essa área concentrou portos, comércio e poder político, seu nome passou a ser usado no exterior para designar todo o país, oficialmente chamado Países Baixos. Para a história familiar, a distinção é menos nítida do que parece: Maldegem, Assenede, Hoofdplaat e Groede ficam próximas, ligadas por estradas, campos, diques e canais. Trabalhadores cruzavam diariamente uma fronteira que não rompia a continuidade cultural flamenga.
2. A terra conquistada às águas
A Flandres e a Zelândia compõem uma paisagem quase sem elevações, marcada por estuários, áreas úmidas, canais e pólderes. Durante séculos, comunidades locais abriram canais, ergueram diques e utilizaram moinhos para drenar terrenos. O esforço coletivo não apenas criou terras férteis para pastagens, agricultura e horticultura, mas também estimulou formas locais de cooperação e administração das águas.
O domínio da engenharia hidráulica articulou-se à navegação, à construção naval e ao comércio. Canais aproximaram áreas interiores de Bruges, Antuérpia e Amsterdã; a República Neerlandesa tornou-se potência marítima e financeira, com companhias comerciais atuando na Ásia, África, Américas e também no Brasil. Séculos depois, grandes obras como o fechamento do Zuiderzee e a formação do IJsselmeer continuaram essa tradição; os novos pólderes dariam origem, em 1986, à província de Flevolândia.
A certidão de casamento define Ferdinand como landbouwerknecht, literalmente um trabalhador agrícola. Os escritos familiares associam esse ofício à abertura de canais e à construção ou manutenção de diques e pólderes. Essa interpretação é plausível para a região, mas ainda não há documento que comprove a função técnica específica exercida por ele. É mais seguro dizer que Ferdinand era trabalhador rural e que possivelmente possuía experiência em manejo e drenagem de terras.
Hoofdplaat: terra feita pelo trabalho humano
A trajetória do casal aproximou-se em Hoofdplaat, pequena comunidade da Flandres Zelandesa, hoje pertencente ao município de Sluis. O lugar sintetiza a história regional. Uma antiga povoação, conhecida como Gaternesse, foi submersa por inundações; depois que sedimentos recompuseram o terreno, cerca de 2.500 trabalhadores participaram, em 1777 e 1778, da construção do Hoofdplaatpolder. Muitos vinham justamente da região de Maldegem.
Católicos flamengos e proprietários protestantes conviveram no novo povoado. A Igreja Reformada foi construída entre 1783 e 1785; a comunidade católica inaugurou sua igreja em 1795, substituída em 1860-1861 pela Igreja de São Elígio. Nas proximidades, um monumento recorda refugiados protestantes de Salzburgo chegados em 1733. Hoofdplaat foi, portanto, um lugar de águas controladas, circulação transfronteiriça, diversidade religiosa e migração - temas que reapareceriam na vida de Ferdinand e Coleta no Brasil.
3. O encontro, a família e o casamento
A certidão de casamento informa que os pais de Coleta haviam falecido em Hoofdplaat, sinal de que sua família vivera ali. Foi nessa região que Coleta e Ferdinand se encontraram. Antes do casamento civil, já tinham uma filha, registrada em Hoofdplaat como Constantia e lembrada em outros textos como Constantine ou Constancia. As fontes familiares divergem quanto à data exata de seu nascimento, situando-a entre 1859 e 1860; por isso, a data permanece pendente de conferência documental.
Em 18 de maio de 1861, Ferdinand e Coleta casaram-se civilmente na prefeitura de Groede, na província neerlandesa da Zelândia. Ele tinha quarenta anos, nascera em Maldegem e trabalhava na agricultura; ela tinha vinte e nove anos, nascera em Assenede, trabalhava como empregada doméstica e residia em Groede. Ambos eram solteiros e já haviam perdido os pais. O registro reúne, numa única página, a geografia móvel do casal: nascidos em localidades que se tornaram belgas, vivendo e casando-se nos Países Baixos.
Maldegem, Assenede, Hoofdplaat e Groede podem hoje ser percorridas como uma rota de memória. A paisagem conserva canais, pólderes, moinhos, vilas históricas e uma culinária ligada ao mar. Bruges e Gante ampliam o itinerário cultural, enquanto Cadzand, o estuário do Escalda e a reserva do Zwin revelam a geografia costeira. Mais que um roteiro turístico, esse percurso permite imaginar as distâncias curtas que os antepassados percorriam a pé ou de carroça - sempre sob o vento, a verdadeira 'montanha' da região plana.
4. A decisão de cruzar o Atlântico
Em meados do século XIX, crises agrícolas, desemprego e transformações econômicas pressionavam trabalhadores europeus. Ao mesmo tempo, o Governo Imperial brasileiro promovia programas de colonização, oferecendo passagem e perspectiva de acesso à terra. Segundo as anotações familiares e a obra de Carlos Eduardo Steiner, Ferdinand e Coleta foram incluídos entre emigrantes destinados à Colônia Teresópolis, em Santa Catarina. A classificação do grupo como westfaliano deve ser entendida como categoria da lista de imigração, não necessariamente como indicação da origem do casal.
A família teria deixado Hoofdplaat em direção a Antuérpia em 20 de dezembro de 1862. O nome do navio ainda não foi identificado. A travessia em veleiro podia durar cinquenta ou sessenta dias. Depois do desembarque no Rio de Janeiro e de uma passagem pela hospedaria de imigrantes da Ilha das Enxadas, seguiram para Desterro, atual Florianópolis, e dali, por terra, a pé, a cavalo ou em carro de boi, até o Barracão dos Imigrantes de Teresópolis.
No início de março de 1863, Ferdinand, Coleta e Constantia já estariam no barracão. Em 12 de abril nasceu Henrique, registrado como Heinrich 'Vandendris'. Esse nascimento, ocorrido em condições provisórias de alojamento, marca simbolicamente o início do ramo brasileiro.
5. O lote 120 e a construção de uma comunidade
Os recém-chegados foram destinados ao Núcleo Colonial do Alto Capivari, no território que mais tarde formaria São Bonifácio. A mudança da planície europeia para a Mata Atlântica exigiu outra forma de conquista da terra: abrir picadas, derrubar a mata, plantar a primeira roça e erguer um abrigo. Ferdinand participou da abertura do caminho de Teresópolis a Capivari e auxiliou agrimensores na organização dos lotes. A família recebeu o lote 120, situado em posição central.
Ainda em 1863, começou a preparação do terreno e a construção de um barraco para retirar a família do alojamento coletivo. Depois veio uma casa maior, associada pela memória familiar à técnica enxaimel, com ampla sala, quatro quartos, cozinha posterior e depósito. A sala funcionava como venda e, possivelmente, a casa também acolhia viajantes. Coleta atendia clientes e recebia pedidos enviados pelos pais por intermédio das crianças.
O lote tornou-se importante para a vida comunitária. Com o padre Guilherme Roer, Ferdinand participou das decisões sobre a localização da capela, do cemitério e da escola. A primeira capela foi construída em 1864 ou 1865, em área cedida pela família, e durante a semana serviu como escola. O chamado Campo Santo recebeu católicos e protestantes. Aos domingos, depois do culto, moradores encontravam-se na venda, que se tornou lugar de comércio, conversa e circulação de notícias.
A abertura religiosa das doações é um traço importante. Além das áreas destinadas à capela católica, à escola e ao cemitério comum, Ferdinand teria prometido terreno para uma futura igreja luterana. O gesto traduzia uma visão de comunidade capaz de acolher grupos de diferentes tradições cristãs, algo coerente com a experiência europeia do casal.
Coleta, trabalho e pintura
A memória familiar preservou uma dimensão rara da vida de Coleta: ela pintava. Decorava molduras para imagens sacras, castiçais e cruzes de madeira produzidos pelo padre Roer, além de interiores de casas, frases ornamentais e panos de parede. Em meio aos registros formais, essa lembrança devolve à matriarca uma presença individual: não apenas mãe, agricultora e comerciante, mas uma mulher que exercia habilidade artística na vida cotidiana da colônia.
O padre Roer, por sua vez, combinava atividade religiosa, educação e trabalho manual. Mantinha horta-modelo, consertava relógios, trabalhava em torno, produzia objetos para o culto, organizava escolas paroquiais e visitava enfermos. Uma viagem sua ao Braço do Norte, por volta de 1870, ajudou a divulgar entre os colonos as terras férteis daquela região, que mais tarde receberia vários descendentes da família.
6. A morte de Ferdinand e a força de Coleta
Em 1873, após cerca de dez anos no Brasil, a situação material da família parecia melhorar. Havia comércio, pastagens, gado e produção agrícola; seis filhos viviam com o casal e outro estava a caminho. Então Ferdinand foi picado por uma jararaca. Sobreviveu por quase um mês, mas morreu em novembro de 1873. Alguns textos registram 13 de novembro e outro material menciona dezembro; até a conferência do assento de óbito, a data de 13 de novembro, predominante nos escritos organizados, deve ser tratada como provisória.
Coleta ficou grávida, à frente da propriedade, da venda e de sete filhos menores. Guilherme nasceu em 21 de abril de 1874 e não conheceu o pai. Algum tempo depois, Bernard Depperin - cujo sobrenome também aparece com outras grafias - perdeu a esposa no parto e ficou com três crianças. Coleta e Bernard casaram-se, reuniram as famílias no lote 120 e tiveram Elisabeth, nascida em 10 de fevereiro de 1876. Coleta continuou ligada à venda, enquanto Bernard administrava as propriedades.
No final da década de 1880, Bernard decidiu vender o lote 120. Coleta opôs-se porque queria preservar os compromissos assumidos com a escola e a igreja luterana. A venda somente avançou quando o comprador, Gebhard ou Georg Lehmkuhl, aceitou honrar as doações. Coleta e os filhos que ainda viviam com ela mudaram-se para as terras de Carolina, casada com Theodor Buss, no movimento familiar em direção ao Vale do Braço do Norte.
7. Uma promessa cumprida depois de muitas décadas
Ferdinand e Coleta não viveram para ver plenamente formalizadas as doações. A escola definitiva foi construída em 1895; a igreja luterana, em 1917, depois da transferência do terreno por escritura; e as áreas da igreja católica, da escola e do cemitério foram escrituradas em 1918 em favor da autoridade diocesana de Florianópolis. O longo intervalo demonstra que a promessa comunitária sobreviveu aos proprietários e às mudanças de geração.
O túmulo de Ferdinand permanece no atual Cemitério Municipal de São Bonifácio, justamente em parte da terra que ajudou a destinar à comunidade. Ali o sobrenome aparece como Van Dresen. A sepultura liga, de modo concreto, a pessoa, a doação e a paisagem cultural que a família participou de formar.
8. O sobrenome que atravessou o oceano
Nos registros europeus, o sobrenome é Van den Driessche. No Brasil, padres, escrivães e funcionários registraram o que ouviam em ambientes de português e alemão. Surgiram formas como Vandendris, Vandriche, Vandriessem, Van Drische, Van Drieschem, Vandressem, Van Dresen, Vandresem e outras grafias mencionadas por autores e memórias familiares. Nem todas foram ainda confirmadas em documentos originais. A pronúncia popular, com o V aproximando-se de F, produziu o familiar 'Fandreis'. Ao longo das gerações, consolidou-se Vandresen.
Os prenomes também viajaram: Ferdinand aparece como Ferdinandus; Constantia tornou-se Constantine ou Constancia; e o nome e o sobrenome de Coleta receberam grafias como Coletta, de Schmet e Schmett em registros brasileiros. Essas mudanças não apagam a identidade familiar. Ao contrário, mostram como ela foi sendo traduzida e adaptada em cada nova língua e instituição.
9. Descendência e novos caminhos em Santa Catarina
Os escritos mencionam como filhos de Ferdinand e Coleta: Constantia, Henrique, Carolina, Augusto, João, Maria Catarina e Guilherme, embora a relação completa ainda deva ser conferida com a árvore genealógica e os registros de batismo e nascimento. A linha que conduz a Geraldo Vandresen passa por Guilherme Ferdinand Van Dresen, casado com Maria Catharina Nack, filha de Gerhard Nack e Anna Maria Möllers; depois, por Geraldo e Guilhermina Buss Vandresen.
A história conecta também as famílias Buss, Nack, Van der Linden e outras famílias pioneiras da Colônia Teresópolis. Com o tempo, filhos e netos deixaram São Bonifácio, seguindo o Capivari por Vargem dos Cedros e Armazém e alcançando São Ludgero, São Maurício, São Rosa de Lima e outras localidades do Vale do Braço do Norte. Entre os últimos netos a sair teriam estado Geraldo e Henrique Vandresen, ambos casados com filhas de Walter Buss.
A geração de Geraldo e Guilhermina aparece nas anotações familiares com os nomes Maria, Walter, Artur, Roberto, Dorotéia, Hilda, Aloísio, Verônica, Huberto, Marcos, Bertino, Elisabeth e Paulino. Como algumas datas e relações estão rasuradas, a listagem detalhada deve ser publicada apenas depois de cotejada com a árvore genealógica.
10. Herança, símbolos e memória
Em 2026, Brasil e Países Baixos celebram duzentos anos do reconhecimento neerlandês da independência brasileira, ocorrido em 1826; o tratado de amizade seria firmado em 1828. A trajetória de Ferdinand e Coleta dá dimensão humana a essa relação entre países: não apenas diplomacia e comércio, mas pessoas que atravessaram o oceano, trocaram de língua e participaram da criação de novas comunidades.
O tamanco, ou klomp, adotado como símbolo da Festa da Família Vandresen, pertence à cultura popular de áreas neerlandesas, belgas e também westfalianas, aproximando as diferentes origens familiares. Outra frase preservada pela avó Guilhermina - 'Eigen lof stinkt', ou 'o próprio louvor fede' - resume um valor transmitido como modéstia e aversão ao exibicionismo.
A herança de Ferdinand e Coleta não se resume ao sobrenome. Está na terra que ajudaram a abrir, na venda que reuniu vizinhos, nas escolas e igrejas que nasceram das doações, no cemitério compartilhado, na arte de Coleta, nas famílias que se espalharam pelos vales catarinenses e no cuidado dos descendentes em reconstruir essa história. Ferdinand viveu apenas cerca de dez anos no Brasil; Coleta permaneceu para sustentar a família e defender o projeto iniciado pelos dois. Entre as águas da Zelândia e a floresta do Alto Capivari, construíram mais do que uma propriedade: ajudaram a construir uma comunidade.
Questões ainda abertas para a pesquisa familiar
· Confirmar, em documento original, a data de nascimento de Constantia e as grafias usadas em cada registro.
· Localizar o nome do navio e confirmar as datas das etapas entre Antuérpia, Rio de Janeiro, Desterro e Teresópolis.
· Verificar o assento de óbito de Ferdinand para resolver a divergência entre novembro e dezembro de 1873.
· Distinguir as variantes do sobrenome comprovadas em documentos das formas citadas apenas por autores posteriores.
· Confirmar a grafia de Depperin/Dechering, Lehmkuhl e outros nomes presentes em versões diferentes.
· Completar e conferir a relação dos filhos, netos e bisnetos com a árvore genealógica e os registros civis e religiosos.
· Aprofundar o sentido histórico de landbouwerknecht e verificar se Ferdinand trabalhou especificamente em obras de pólderes.
Fontes reunidas no material familiar
· Certidões de nascimento de Ferdinandus van den Driessche e Coleta de Smet e certidão de casamento do casal.
· BERNSTEIN, William J. Uma breve história da riqueza. São Paulo: Editora Fundamento Educacional, 2015.
· DIRKSEN, Valberto. Família Degering. 2. ed. Florianópolis: edição do autor, 2022.
· FARIAS, Vilson Francisco de. São Bonifácio: 155 anos - Natureza, História e Cultura. Florianópolis: Tribo da Ilha, 2019.
· JOCHEM, Toni Vidal. Terras da esperança: a trajetória dos irmãos Buss em Santa Catarina. Rio Fortuna: edição dos autores, 2003.
· KENNEDY, James C. A Concise History of the Netherlands. Cambridge: Cambridge University Press, 2017.
· SCHADEN, Francisco. Notas sobre a comunidade de São Bonifácio.
· SHETTER, William Z. Introduction to Dutch: a practical grammar. Leiden: Martinus Nijhoff.
· STEINER, Carlos Eduardo. Genealogia teuto-catarinense 3: famílias pioneiras na Colônia Teresópolis (1860-1865). 2. ed., 2024.
· Escritos, pôsteres, fotografias, árvore genealógica e memórias preservadas pela família Vandresen.

Nossa Metodologia de Pesquisa
01
Coleta sistemática de registros históricos, incluindo documentos oficiais e registros de nascimento.
02
Corroboração cruzada de dados através de múltiplas fontes para garantir precisão e rigor acadêmico.
03
Verificação técnica e análise crítica de cada registro para preservar a memória familiar com precisão.